IGNARA#GUERRA COLONIAL
2010
2011
Mais informações em breve.
Blog que promove o encontro de diversos parceiros/indivíduos, comprometidos com a pesquisa, análise, discussão, criação e apresentação de conteúdos artísticos afins ao tema "Guerra Colonial"...
Poesia da Guerra Colonial: uma ontologia do ‘eu’ estilhaçado
30 de Março de 2009, 9:30, Sala de Seminários do CES (piso 2)
Anunciamos que a Associação Cultural teatromosca estará presente nesta conferência, em parceria com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. O projecto do teatromosca, IGNARA#GUERRA COLONIAL (2007-2010), encerrará a conferência com a apresentação da primeira fase do projecto, agora renovada, Fazer o trabalho de casa, seguido de debate com todos os presentes, onde partilharemos as nossas conclusões das sessões preparatórias já apresentadas (em Lisboa e Sintra).Mais informações sobre o projecto Poesia da Guerra Colonial e programa da conferência:
http://www.ces.uc.pt/projectos/poesiadaguerracolonial/pages/intro.php
CES – Centro de Estudos Sociais
Universidade de Coimbra
Colégio S. Jerónimo
Apartado 3087
3001-401 Coimbra
A segunda fase, que agora se apresenta, procura, fazendo uso de material similar ao «Fazer o Trabalho de Casa», traçar um retrato mais «fiel» dos Movimentos Independentistas (e seus intervenientes) que durante 13 anos se sublevaram contra o Estado Novo Português. A primeira apresentação de «IGNARA#O LADO AFRICANO» (em co-produção com a Associação Cultural Alagamares), está agendada para o dia 11 de Dezembro (Quinta-feira) no Bar 2 ao Quadrado, em Sintra, às 22 horas.
#CONCLUSÃO
Do cruzamento do resultado destas duas apresentações (e discussão – em sede de Fórum de IGNARA#GUERRA COLONIAL- daí decorrente) resultará uma conclusão acerca das razões por que somos ignaros da guerra colonial. Talvez que, mercê dessa socrática assunção, possa surgir o princípio do seu oposto: sermos cidadãos mais esclarecidos de um País reconciliado com o seu passado. Relatos de pós-memória (na perspectiva de filhos de ex-combatentes), reencontro de ex-combatentes de ambos os lados, ou, o fenómeno de edição de textos memoriais sobre a guerra colonial, serão, entre outros, alguns dos temas em apreço. A primeira apresentação de «IGNARA#CONCLUSÃO» (em co-produção com a Associação Cultural Alagamares), está agendada para o dia 18 de Dezembro (Quinta-feira) no Bar 2 ao Quadrado, em Sintra, às 22 horas.
11 DE DEZEMBRO |#O LADO AFRICANO | 22h
18 DE DEZEMBRO| #CONCLUSÃO | 22h
[Entrada livre]
Ficha Artística e Técnica
Direcção, interpretação e dramaturgia|Filipe Araújo, Susana Gaspar, Paulo Campos dos Reis Grafismo|Alex Gozblau Produção executiva|Pedro Alves Produção|teatromosca Co-produção|Associação Cultural Alagamares Parcerias|Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, Núcleo de Sintra da Delegação de Lisboa da Associação dos Deficientes das Forças Armadas Apoios|Câmara Municipal de Sintra, 5àSEC (Rio de Mouro), Sporting Clube de Lourel, Junta de Freguesia de Santa Maria e S. Miguel, Utopia Teatro, Casa de Teatro de Sintra e Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Antes, porém, de revelar a PIDE em acção, talvez seja avisado, sobretudo para os mais novos, explicar o que foi a ARA e contextualizar a investigação.
ARA é o acrónimo de «Acção Revolucionária Armada» (ver aqui e aqui), uma organização criada pelo PCP, que desencadeou acções armadas contra a ditadura e em especial contra a guerra colonial, de 1970 a Maio de 1973. Os principais alvos eram armamento e meios logísticos da guerra colonial e infra-estruturas, sensíveis e mediáticas cuja destruição contribuísse para o derrubamento do regime fascista. (...) »
Excertos de um texto da autoria de Raimundo Narciso. Pode ler o restante aqui.